ForeverMissed
Este memorial foi criado em memória de Francisco dos Santos Oliveira, 102 anos de idade, nascido em 2 de outubro de 1917 e que nos deixou em 5 de maio de 2020. Que a sua recordação dure para sempre.
Este tributo foi publicado por Monica Miguel em 5 de maio de 2020
Tive o privilégio de o conhecer há mais de 20 anos e lhe poder chamar de avô, também ele nos aceitou de braços abertos como neta e bisneta.
Vivemos algumas história que ficam na nossa memória, até que um dia o destino nos volte a juntar.
Este tributo foi publicado por Paulo Marques em 5 de maio de 2020
Presto a minha homenagem a este homem muito cordial e simpático com quem tive o privilégio de conviver.
A única pessoa que conheci com mais 100 anos.
Ficam na memória os passeios que demos de carro aos Domingo de manhã com a desculpa de ir comprar o jornal.

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Últimos Tributos
Este tributo foi publicado por Monica Miguel em 5 de maio de 2020
Tive o privilégio de o conhecer há mais de 20 anos e lhe poder chamar de avô, também ele nos aceitou de braços abertos como neta e bisneta.
Vivemos algumas história que ficam na nossa memória, até que um dia o destino nos volte a juntar.
Este tributo foi publicado por Paulo Marques em 5 de maio de 2020
Presto a minha homenagem a este homem muito cordial e simpático com quem tive o privilégio de conviver.
A única pessoa que conheci com mais 100 anos.
Ficam na memória os passeios que demos de carro aos Domingo de manhã com a desculpa de ir comprar o jornal.
Percurso

Empresa Transfomadora de Lãs

Este é um dos primeiro empregos que sabemos ter tido, apesar de não ter sido por muito tempo.

Descargas do Caminho de Ferro

Durante muito anos, descarregava todo o tipo de produtos que chegavam por comboio à Covilhã. Desde mercearias como arroz. farinha, até às batatas para semente e para venda, lã para as fábricas, enfim, produtos de todo o tipo.
Curiosidade: Muitas vezes as pessoas enviavam por exemplo uma Melancia, para alguém em Lisboa, raspando um pouco da casca e escrevendo nesse espaço o nome e a direção
Também comprava a lenha e carregava as locomotivas com lenha suficiente para chegarem a Lisboa.
Manobrava sozinho as locomotivas para as virarem tomarem água e lenha.

CUF

O trabalho seguinte foi diretamente para a CUF, também fazer as descargas dos adubos, ácidos e outros químicos que chegavam em vagões nos comboios que chegavam à Covilhã.
Trabalhava nas descargas, e era encarregue de contratar mais pessoas caso o trabalho fosse muito. Consta que mesmo o "Tira-picos" que já era escriturário também vinha ajudar e assim sempre ganhava mais algum.
Curiosamente o Francisco tinha mais irmãos a trabalhar na CUF, tanto no escritório do Fundão como no Barreiro.

Histórias recentes

Sócio da Adega Cooperativa da Covilhã

Partilhado por Paulo Marques em 13 de setembro de 2020
Sócio da Adega Cooperativa da Covilhã durante muitos anos terá desistido de ser sócio depois de ter sabido que o álcool era vendido para Espanha a um preço inferior do que era vendido aos sócios.

Francisco e a sua primeira esposa, Constança Fernandes

Partilhado por Paulo Marques em 13 de setembro de 2020
Francisco e Constança da Conceição Fernandes, pais naturais da Beatriz.
A Constança, era natural de Margens, Vila Verde em Braga. Já servia numa casa no Porto, mas com o casamento da filha da patroa, acompanhou-a para a sua nova morada na Covilhã que era onde hoje é a ADE (mesmo em frente à estação). Namoriscaram e acabou por casar com o Francisco.
Foto de novembro de 1943
Faleceu em 18/7/1946, tinha a única filha viva, apenas um ano e meio.

Francisco e a sua segunda esposa, Rosa Esteves

Partilhado por Paulo Marques em 13 de setembro de 2020
Casado posteriormente com Rosa Esteves.