À Manu
Querida amiga, recordas-te daquela vez em que fomos almoçar, no final dos naos 80, áquele pequeno resrtaurante que funcionva numa das torres de Chelas, num centro comercial meio falido , atendidos por uma senhora muito dinâmica, muito pequenina e muito bem arranjada. Perdemo-nos numa das nossa eternas discussões filosóficas, eis que um sujeito da mesa do lado murmura; hoje estou a sentr-me bué da culto.
Um beijo de saudade, onde quer que estejas amiga.
Um beijo de saudade, onde quer que estejas amiga.